Pouco sei sobre o que quero, mas não me tente impelir as tuas normalidades parasitas, não as quero me murchando os infindáveis sonhos que possuo. Não serei mais um espasmo de uma geração enfadonha, pouco importa que minhas ambições não possuam forma, elas são maiúsculas, não cabem nas palavras ou em meu peito. Talvez eu não queira algum lugar neste mundo, tampouco tenho desejos por consumar contratos com o silêncio. Querer tudo pode me ser insuficiente, mas não me enterrem na estupidez dos limites mundanos; deixem-me ser, é tudo que peço.
Lorenzo Fonseca
Lorenzo Fonseca








